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Invista numa viagem de estudos

Alunos da Link Idiomas, de São Marcos, vivenciam a experiência do intercâmbio como uma oportunidade de aprendizado, amadurecimento e contato direto com novas culturas por meio dos estudos no exterior.

Atualizado em 26/01/2026 às 18:01, por Angelo Batecini.

Grupo de estudantes brasileiros e a professora Candice Soldatelli posam para foto em área nevada durante intercâmbio em Vancouver, no Canadá.

A professora Candice Soldatelli, da Link Idiomas, acompanha os estudantes Pedro Otávio Bertolazzi, Charline Munaretto Sandri e Sabrina Sogari durante intercâmbio em Vancouver, no Canadá, onde o grupo conciliou aulas de inglês com experiências culturais e turismo em meio ao inverno canadense. Foto: Arquivo pessoal.

Há experiências que sem dúvida são um investimento para a vida toda. Uma viagem de férias e de lazer já traz novas perspectivas sobre culturas, modos de criar e de viver. Agora imagine viajar e conciliar uma temporada de estudos no exterior: sem dúvida, o crescimento pessoal e profissional garante um retorno quase imediato ao dinheiro investido.

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Não se trata apenas de aprender ou aperfeiçoar uma língua estrangeira, mas de viver uma outra realidade e trazer na bagagem novas formas de encarar o mundo e resolver problemas com mais segurança. “O melhor ganho de um intercâmbio é que a gente aprende a se virar e dar conta de navegar melhor pelas dificuldades que se apresentam, desde um voo atrasado até pedir informação em outro idioma”, observa a diretora da Link Idiomas, Candice Soldatelli, que acompanhou um grupo de alunos até Vancouver, no Canadá, neste mês de janeiro. “Não tenho dúvidas de que a gente amadurece muito com as experiências vividas como intercambista, e principalmente com as pessoas e as culturas diferentes que conhecemos mesmo em poucas semanas”.

A seguir, um breve roteiro para quem está pensando em tornar realidade o sonho de estudar no exterior.

Qual a melhor idade para fazer intercâmbio?

Recomenda-se viagens de estudos em grupo para adolescentes a partir de 14 anos. Alguns países, contudo, têm regras bem rígidas para jovens menores de 18 anos, o que acaba limitando opções de lazer fora do horário de escola. E para quem acha que só adolescentes e jovens podem aproveitar a oportunidade de estudar no exterior, um dado relevante: houve um crescimento de mais de 40% no número de adultos com mais de 30 e 40 anos de idade buscando aperfeiçoar inglês, espanhol e italiano no exterior. Há inclusive agências especializadas nesta faixa etária.
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Onde e em que época fazer intercâmbio?

Tanto adolescentes quanto adultos optam por estudar fora durante as férias escolares ou de trabalho. Assim, os meses favoritos são julho (quando é verão no Hemisfério Norte) ou entre dezembro e fevereiro (durante o inverno tanto na América do Norte quanto na Europa). Austrália e Nova Zelândia são destinos muito procurados para quem pode ficar mais tempo, por causa das adaptações com relação ao fuso horário e o longo tempo de voo para chegar até lá (em média 30 horas), o que acaba sendo um ponto negativo aos estudantes que só têm de duas a quatro semanas disponíveis para o programa.
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Há opções nas Américas tanto para inglês (Estados Unidos e Canadá) quanto espanhol (México, Chile, Argentina e Uruguai), o que facilita na questão do fuso horário e de menor tempo de voo. Segundo Candice Soldatelli, neste caso questões como despesas de visto e de passagens aéreas pesam bastante na hora de escolher o melhor destino. “Hoje está mais difícil obter o visto para os Estados Unidos mesmo como turista e estudante, então a tendência é que os alunos optem pelo Canadá para estudar inglês”, observa Candice. “A passagem aérea do Brasil para Vancouver e Toronto na alta-temporada – que seria entre dezembro e fevereiro – tem um custo um pouco mais alto, mesmo assim são cidades que valem muito a pena conhecer com boas escolas de idiomas”.
 

Os estudantes Pedro Otávio Bertolazzi, Charline Munaretto Sandri e Sabrina Sogari escolheram Vancouver para fazer um intercâmbio de 3 semanas acompanhados da teacher Candice Soldatelli – de manhã estudam inglês na escola Centre of English Studies no centro da cidade, e à tarde aproveitam para conhecer pontos turísticos como a Grouse Mountain, a apenas 40 minutos da estação Waterfront.

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Quanto se gasta em média para fazer intercâmbio?

A boa notícia é que há grande oferta e grande variedade de programas de intercâmbio e destinos. O ideal é pesquisar bastante antes de tomar a decisão e escolher algo que caiba no seu orçamento, mas que também se alinhe aos seus objetivos. Há pacotes de duas a três semanas que partem de 15 mil reais entre despesas de acomodação (com duas refeições diárias) e estudos, mais o valor da passagem aérea ida e volta.
A boa notícia é que hoje há várias opções de linhas de crédito específicas para estudos no exterior, além do parcelamento em até 12 vezes direto com as agências de intercâmbio e companhias aéreas.

Uma dica: comece a guardar um dinheirinho direto em dólar americano, dólar canadense (que está com uma taxa de conversação bem mais em conta hoje em dia) ou euro. Use uma conta internacional como Nomad ou Wise ou converse com seu banco: a maioria hoje já tem essa opção de manter uma carteira com moeda estrangeira para turismo.
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Quero fazer intercâmbio. Quais os primeiros passos?

A primeira coisa é ter ao menos um nível pré-intermediário em inglês, espanhol ou outro idioma que quiser aperfeiçoar. Não se indica ir para o exterior sem ter ao menos um conhecimento básico do idioma do país. “O intercâmbio ajuda a subir de nível na língua estrangeira, a destravar em poucas semanas porque o estudante fica em ambiente imersivo”, comenta Candice. “A diferença na conversação e na comunicação quando se volta de uma experiência dessas é inquestionável”.

Uma das etapas mais importantes para quem pensa em viajar para fora é preparar a documentação: fazer ou renovar o passaporte, preencher formulários de visto e inscrição para a escola. “Na Link, oferecemos gratuitamente todas as orientações para os documentos necessários, mesmo para quem ainda não é nosso aluno. É fundamental ter todas as informações neste momento, porque sem a documentação correta e em dia ninguém viaja.”, ressalta Candice.

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Antes de mais nada, providencie seu passaporte e se informe sobre as exigências para emissão de vistos. 

No Mercosul, basta a carteira de identidade.

Em breve, traremos mais informações sobre intercâmbio e viagens de estudos numa programação especial do nosso podcast no São Marcos Online. Fiquem ligados!