Polícia Civil prende foragido da Justiça em área rural entre São Marcos e Criúva
Homem de 41 anos foi localizado enquanto trabalhava em propriedade rural e tinha mandado de prisão civil em aberto
Foragido da Justiça foi preso pela Polícia Civil na manhã desta quarta-feira enquanto trabalhava em uma propriedade rural entre São Marcos e Criúva; após a captura, ele foi encaminhado e permanece à disposição da Justiça. Foto: Polícia Civil.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul, por meio da Delegacia de Polícia de São Marcos, efetuou na manhã desta quarta-feira a prisão de um homem de 41 anos que estava foragido da Justiça.
A captura ocorreu em uma propriedade rural localizada entre o distrito de Criúva, em Caxias do Sul, e o município de São Marcos. Conforme informações repassadas, o indivíduo foi localizado enquanto trabalhava no local.
A ação policial foi motivada pela existência de um mandado de prisão civil em aberto contra o homem. Após ser abordado e identificado, ele foi preso e encaminhado para os procedimentos legais, permanecendo agora à disposição da Justiça.
O que pode levar a uma prisão civil?
Diferentemente da prisão penal, que decorre da prática de crimes, a prisão civil está relacionada ao descumprimento de obrigações determinadas judicialmente. No Brasil, as hipóteses são restritas e previstas principalmente na Constituição Federal.
Entre os casos mais comuns que podem resultar em prisão civil, destacam-se:
- Não pagamento de pensão alimentícia: é a situação mais frequente, quando o responsável deixa de cumprir a obrigação de sustento determinada judicialmente;
- Descumprimento de decisões judiciais em processos de família: em alguns casos específicos, o não cumprimento reiterado pode gerar medidas coercitivas;
- Dívidas relacionadas a alimentos provisionais ou definitivos: inclusive acordos homologados judicialmente.
A legislação brasileira não permite prisão civil por dívidas comuns, como empréstimos bancários ou financiamentos, restringindo essa medida a situações específicas, especialmente ligadas ao direito de família.
A Polícia Civil não divulgou detalhes adicionais sobre o motivo exato do mandado neste caso.









