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Novos casos de mormo adiam em pelo menos três anos o status de zona livre da doença no RS

Dois novos casos da enfermidade em equinos diagnosticados em São Lourenço do Sul, na Costa Doce e em Santo Antônio da Patrulha, no Litoral Norte, adiaram em pelo menos três anos a mudança pleiteada pelo Estado junto ao Ministério da Agricultura para o território gaúcho ser zona livre de mormo.

Atualizado em 09/08/2023 às 16:08, por Equipe SMO.

Dois novos casos da enfermidade em equinos diagnosticados em São Lourenço do Sul, na Costa Doce e em Santo Antônio da Patrulha, no Litoral Norte, adiaram em pelo menos três anos a mudança pleiteada pelo Estado junto ao Ministério da Agricultura para o território gaúcho ser zona livre de mormo. Esse é período mínimo para se obter a condição desde o último caso. 

Esses dois casos registrados foram agora, em setembro, e as proriedades estão interditadas pelo serviço veterinário oficial. Ambos foram confirmados pelo exame de Western Blotting, como é denominado o exame conclusivo, exigido pelo Ministério da Agricultura para confirmação da doença. 

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Nesta segunda-feira (23), através de um memorando interno, o Programa de Sanidade Equina da Secretaria Estadual da Agricultura informou a ocorrência dos casos e reforçou aos seus técnicos a continuação da obrigatoriedade da GTA e a apresentação de exames negativos para Anemia Infecciosa Equina e (AIE) e mormo para o trânsito de animais.

A última vez que a doença tinha se manifestado foi em julho de 2017, depois de 47 focos registrados desde junho de 2015, quando foi confirmado o primeiro diagnóstico. 

Fonte: Conexão Rural


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